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Mais comum entre os tipos de diabetes, a diabetes do tipo 2 é aquela em que o organismo não utiliza a insulina de maneira correta.  

Milhões de pessoas recebem o diagnóstico da diabetes em todo o mundo, sem contar o grande número de pessoas que desconhecem a grande possibilidade que têm de desenvolvê-la. 

Idosos, nativos americanos afro-americanos e asiáticos se encaixam no grupo de pessoas mais propícias ao desenvolvimento da doença. 

Pacientes com diabetes do tipo 2 não produzem insulina naturalmente ou o corpo não utiliza de forma correta, a insulina produzida. Para você se lembrar, a insulina é importante para que o corpo aproveite o açúcar como fonte de energia. Os amidos e açúcares que consumimos se convertem em glicose que funciona como combustível para nossa energia. A insulina é quem encaminha a glicose até as células, mas esta mesma glicose não pode se acumular no sangue.   

Mas o que é diabetes do tipo 2? 

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Em resumo, diabetes do tipo 2 seria dizer que o corpo tem resistência à insulina. Quando ela começa, o pâncreas até produz, mas o copo não é capaz de utilizar da maneira correta a insulina produzida por ele ou a quantidade produzida não é capaz de suprir toda a necessidade do corpo. Quando se chega a este ponto é necessário que o paciente passe por uma mudança de hábito bastante significante, são mudanças de estilo de vida, a ingestão de medicamentos e a aplicação de insulina. 

Ao acumular no sangue, a glicose não chega às células que consequentemente ficam sem energia. Um tempo depois estes mesmos níveis alterados de açúcar no sangue causam problemas aos nervos, coração, rins e aos olhos.  

Em muitos casos de diabetes do tipo 2, se pode controla com hábitos saudáveis e um estilo de vida ativo, mas não se pode descartar a possibilidade do uso de insulina ou medicamentos para atingir os níveis corretos de insulina.  

Neste tipo da doença, o paciente está propício a fazer o uso de medicamentos em algum momento da vida, em maior parte dos casos, não há a necessidade imediata, mas o mesmo se torna indispensável depois. 

Sintomas 

Os sintomas da diabetes ao início parecem simples e que não representam riscos, mas engana-se quem pensa que é bem assim. Não tratados, eles podem se transformar em complicações graves, colocando em risco a vida de tal paciente. 

São sintomas da diabetes do tipo 2: 

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  • Perda de peso sem explicação; 
  • Sede constante; 
  • Vontade de urinar constante; 
  • Fome insaciável; 
  • Fadiga 
  • Alteração de humor; 
  • Visão turva; 
  • Feridas que demoram a cicatrizar; 
  • Dormência e formigamento nas mãos; 
  • Infecções recorrentes nas gengivas, pele e na bexiga 

Apresentando algum desses sintomas você deve procurar um médico imediatamente. Nem sempre a diabetes do tipo 2 apresenta sintomas e é por isso que quem tem a doença nem sempre descobre logo no início. 

Consequências desta doença 

Ao estar sobrecarregado, depois de um tempo de muito esforço, o pâncreas começa a não funcionar devidamente, e os níveis de açúcar no sangue passam a estar constantemente altos, o que a longo prazo pode causar sérios problemas de saúde, destacando sérias lesões nos vasos sanguínea, o que dificulta a oxigenação dos órgãos aumentando consequentemente os riscos de infartos e Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC). 

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Também são consequências: 

  • Os danos à retina ocular e o paciente pode vir a sofrer a cegueira permanente.  
  • O comprometimento dos nervos, a chamada neuropatia periférica que influencia diretamente na sensibilidade; 
  • Problemas renais – Uma das principais causas para a necessidade de hemodiálise é a diabetes, que também causa a falência do órgão. 
  • Não cicatrização de feridas e a amputação de membros – Algumas bolhas e feridas pouco significantes com o diabetes podem evoluir até necessitarem a amputação do membro comprometido. Em maior dos casos, são membros inferiores, pés e pernas. 

O controle glicêmico é a chave para evitar todas estas complicações. 

Tratamento do diabetes do tipo 2 

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Se você tem o diabetes do tipo 2, conheça as melhores formas de tratar o problema. Para começar, devo dizer que a melhor forma de tratar o diabetes 2 é baixando os níveis de glicose. Exercícios, dietas balanceadas, verificação constante da glicemia, controle emocional e a diminuição do consumo alcoólico e da nicotina. Outros vários cuidados são bem v  indos como: 

  • Evitar sauna e escalda pés; 
  • Cuidado com a saúde bucal, principalmente se há feridas na boca; 
  • Evitar o sedentarismo; 

Medicamentos: 

Também pode-se fazer o tratamento com o uso de medicamentos. Os mais utilizados geralmente são:  

  • Tiazolidinedionas – Medicamento que atua inibindo a resistência à insulina. Eles atuam dentro dos núcleos celulares, ou seja, ele atua diretamente na causa do problema; 
  • Sulfonilureais – Estimulante para a produção de insulina através das células beta pancreáticas. Mas este é um tipo de medicamento que deve ser tomado com cautela pois pode causar hipoglicemia. 
  • Inibidores da alfaglicosidase – Estes são medicamentos que torna mais lenta a absorção de carboidratos no intestino. Eles são comumente utilizados após as refeições para controlar a glicemia. Trata-se de um medicamento de uso oral. 
  • Biguanidas – Medicamento de consumo oral, ele reduz a produção de glicose e combate à resistência à insulina e como vantagem, não causa hipoglicemia. A desvantagem do seu uso é a possibilidade de problemas gastrointestinais, por exemplo, as intolerâncias. Como solução, existem versões destes mesmos medicamentos com a liberação de metformina mais lenta. 
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Além dos medicamentos já mencionados, ainda podem ser indicados: Inibidores de enzima DPP-4, do SGLT-2, Glinidas e injetáveis e em casos extremos se indica a cirurgia metabólica que é um tipo similar à cirurgia bariátrica, mas voltada para o tratamento da diabetes do tipo 2, tratando também para tratar condições que agravem o problema. Objetivo da cirurgia é alterar o percurso dos alimentos no estômago ou o próprio órgão. Além das alterações hormonais ela ajuda na perda de peso e claro a diminuição do consumo de alimentos que favorecem a resistência à insulina.